
Técnico prefere vencer e quebrar tabu a ver Rogério Ceni marcar e perder o jogo
Foto: Wander Roberto/Vipcomm/Divulgação
"Minha preferência é ganhar o jogo. Este recorde pode atrasar por mais cinco ou seis rodadas, desde que a gente vença o jogo", comentou o treinador, nesta sexta-feira.
Questionado sobre a postura dos atacantes, que podem tentar cavar faltas ou pênaltis de maneira excessiva para "ajudar" Rogério Ceni, Carpegiani pede para que os atletas esqueçam da marca perseguida pelo goleiro.
"No jogo contra o Corinthians, temos que nos preocupar em jogar futebol. Se nos preocuparmos com isso (cavar faltas para o goleiro cobrar), é pior. Se o gol acontecer no clássico, terá um gosto especial. Mas tem que acontecer naturalmente", completou.
Arbitragem
A iminência do recorde de Ceni também preocupa o time tricolor por conta da possível pressão exercida sobre o árbitro do jogo. "Confio no arbitro até que me provem o contrário. Tudo isto (clima pré-clássico e centésimo gol) pode criar um condicionamento. Espero que ele seja rigoroso igualmente para os dois lados e não quero que este condicionamento interfira na arbitragem."
No entanto, a confiança do clube tricolor não é tão sólida como indica o treinador. O São Paulo acusa Guilherme Ceretta de Lima, árbitro escalado para o clássico, de ter errado mais do que o aceitável nos jogos da equipe.
"Existe a preocupação (com a arbitragem). Reunimos vídeos, lances de jogos nossos apitados por este árbitro, que serão enviados à Federação Paulista. Ainda tem muito que melhorar na arbitragem, principalmente no aspecto técnico. Mesmo com seis juízes em campo, ainda tem muito erro. O que não pode é ter um peso e uma medida diferente para cada time, em cada jogo. Precisa de critérios", afirmou Carpegiani
Terra
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