quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Longe do G3, Rogério Ceni está frustrado

Goleiro lamenta ausência de vitórias e distância do topo


Líder do São Paulo, Rogério Ceni está chateado com o desempenho do time

Líder do São Paulo, Rogério Ceni está chateado com o desempenho do time (Crédito: Ricardo Rimoli)

Tricampeão em 2006, 2007 e 2008. Terceiro colocado em 2009, com a decisão do campeão apenas na última rodada. O São Paulo esteve inserido na disputa pelo título nos últimos quatro anos. Em 2010, porém, olha para a parte de cima da tabela com distanciamento.

A 17 pontos do líder Fluminense e a 13 do Cruzeiro, terceiro colocado, o clube já admite ficar até sem a vaga na Copa Libertadores.

- É uma fase complicada, difícil, ruim. A gente não consegue ser constante na competição. Não conseguimos ter a regularidade dos outros anos. (Ficar fora da Libertadores) Irrita, chateia. Quem se acostumou nos ultimos sete anos, agora se ver distante da vaga, é uma coisa que frustra. Acho que não irrita, nem chateia, é uma coisa frustrante. Mas, às vezes, é preciso parar e repensar. Dar um passo para trás para depois dar dois para frente - disse o capitão Rogério Ceni, no desembarque da equipe nesta quinta-feira.

Principal líder dentro de campo, o goleiro nega que o espírito da equipe esteja atrapalhando o rendimento. A irregularidade, que tem levado a muitas derrotas em sequência, é o principal entrave para o Tricolor.

- O problema não é o espírito, são os resultados. E o tempo, a cada rodada que passa temos menos chances de tirar os pontos em relação ao líder. Então nesse momento, não podemos fazer contas para nada, nem para título, nem para Libertadores, nem para rebaixamento. Temos que tentar vencer o próximo jogo. Só assim, conseguiremos ter tranquilidade para uma sequência melhor - disse o camisa 1, que enfrenta o Avaí no sábado.

FALHA DO CAPITÃO

O último gol do Grêmio, na derrota por 4 a 2, em Porto Alegre, foi marcado por Diego após rebote de Rogério Ceni. Em um ano muito bom tecnicamente, Ceni mostrou abatimento pelo lance.

- Não lembro desde quando não sofria quatro gols, mas sei que fazia muito tempo que não errava tão feio quanto errei no quarto gol, isso eu lembro bastante - lamentou.

A última vez que o São Paulo havia sofrido quatro gols em um único jogo foi em março, na derrota por 4 a 3 para o Corinthians, pelo Paulistão

Fonte: Lance!

Ceni reconhece que irregularidade complica a situação de Baresi

Incomodado com a campanha do time no Brasileirão, capitão tricolor diz que resultados negativos podem afetar na continuidade do técnico interino

rogerio ceni no treino do são pauloRogério Ceni está incomodado com a situação
(Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

O desempenho instável do São Paulo no Campeonato Brasileiro tem feito a pressão sobre o técnico Sérgio Baresi ficar grande. Depois de duas derrotas seguidas, para Goiás e Grêmio, a diretoria mudou de ideia quanto à permanência do interino e já busca um novo nome para o comando. Apesar de demonstrar apoio a Baresi, o goleiro Rogério Ceni reconheceu que a situação do atual treinador não é fácil.

- Essa falta de regularidade nossa logicamente afeta a condição de qualquer treinador, seja ele inciante ou veterano na profissão. Resultados bons ou ruins abalam ou trazem confiança para qualquer profissional, seja ele consagrado ou um que está começando na carreira - afirmou o capitão, nesta quinta-feira, durante o desembarque do time no aeroporto de Congonhas.

Baresi assumiu o Tricolor após a eliminação da Taça Libertadores, quando Ricardo Gomes foi demitido. Em 14 partidas à frente do time no Brasileirão, o técnico ainda não conseguiu embalar. Foram cinco vitórias, três empates e cinco derrotas, com aproveitamento de 46,1% dos pontos disputados. Para Rogério Ceni, a instabilidade do time está diretamente ligada ao futuro de Baresi,

- Essa instabilidade é natural, é o que reflete o time. Nós não estamos conseguindo fazer quatro, cinco, seis jogos com resultados positivos. Ganhamos dois, três, depois perdemos dois, três.

Longe da disputa pelo título, no momento com poucas chances de ir à Libertadores e alerta quanto à aproximação da zona do rebaixamento, o São Paulo vive situação bem diferente das últimas temporadas. A fraca campanha no campeonato de 2010 está incomodando o capitão são-paulino.

- É difícil você se encontrar em uma posição que não é de costume para um time vencedor. Nos últimos cinco anos o São Paulo sempre esteve ganhando ou muito próximo de ganhar, e hoje o time não se encontra nessa posição. É uma coisa que incomoda - admitiu Ceni.

Fonte: Globo Esporte

Rogério Ceni atende fãs gaúchos

Goleiro do São Paulo recebe carinho no aeroporto em Porto Alegre

rogerio ceni são paulo atende fãs aeroportoRogerio Ceni foi atencioso no embarque
(Foto: Eduardo Cecconi / Globoesporte.com)

Depois de perder para o Grêmio por 4 a 2 na noite da última quarta-feira, a delegação do São Paulo deixou Porto Alegre no início da tarde desta quinta-feira. Em silêncio, os jogadores cruzaram o saguão de embarque quase incógnitos, não fossem os abrigos oficiais do clube. Apenas um jogador foi assediado por fãs no Aeroporto Salgado Filho: o goleiro Rogério Ceni, que distribuiu autógrafos e posou para fotos. Os tricolores rumam à capital paulista, mas no sábado voltam a jogar fora de casa, contra o Avaí, em Florianópolis.

Em 10º lugar na tabela, o goleiro considera o time bem distante da luta pela vaga na Libertadores. Para ele, o título já é impossível.

Fonte: Globo Esporte

Após derrota, Rogério Ceni não vê mais chance de título

Até o fim do Brasileiro, são 12 jogos pela frente. Muito pouco tempo para ainda sonhar com o título do campeonato. 17 pontos atrás do Fluminense, líder da competição, o goleiro Rogério Ceni já joga a toalha após a derrota de ontem à noite, para o Grêmio, fora de casa.

“Não dá mais tempo de ser campeão. Mas temos que melhorar. Temos que ganhar o máximo de jogos para deixar o São Paulo na melhor posição possível”, afirmou.

Por “melhor posição possível”, o capitão tricolor quer dizer vaga na Libertadores. Décimo colocado no torneio, o arqueiro ainda vê esperança, mas se recusa a apelar para a matemática.

“Vamos brigar pela próxima vitória. Não adianta fazer projeção de algo que está dez, 12 pontos na frente. Temos que pensar nos próximos jogos. Não adianta querer ganhar jogo de 12 pontos. É de três em três. Temos que fazer projeção de curto prazo. É inútil pensar se dá ou não dá para chegar na Libertadores. Temos é que ganhar os jogos”, disse.

O próximo adversário do São Paulo é o Avaí, no sábado, em Florianópolis.

Fonte: ESPN Brasil

Ceni admite falha, mas reclama do árbitro: 'Tinha dívida com o Grêmio'

Goleiro diz que Ricardo Marques Ribeiro só marcou pênalti para o time gaúcho, por causa da penalidade a favor do São Paulo na primeira etapa

Duas derrotas seguidas e sete gols sofridos no últimos dois jogos. Rogério Ceni deixou o gramado do Olímpico abalado após o jogo contra o Grêmio, na noite desta quarta-feira. O goleiro, que marcou um gol no primeiro tempo, elogiou a atuação do rival, mas não poupou críticas ao árbitro Ricardo Marques Ribeiro pela marcação do pênalti para o time gaúcho, quando a partida estava empatada.

- Perdemos primeiro porque o Grêmio é uma grande equipe. Equilibramos o jogo no segundo tempo, mas o juíz tinha uma dívida com eles do primeiro tempo. No lance do terceiro gol, a bola raspou na mão do Cléber (Santana). Aquilo não é pênalti nunca - declarou o capitão do São Paulo, ainda no gramado do Olímpico.

Mesmo arritado com a arbitragem, Rogério Ceni admitiu sua parcela de culpa na derrota desta quarta-feira.

- O quarto gol foi falha minha - afirmou o goleiro, em alusão ao lance em que soltou a bola em chute de Lúcio, e o estreante Diego aproveitou o rebote.

O São Paulo volta a jogar no sábado, às 21h, contra o Avaí, na Ressacada. Com 34 pontos, o Tricolor Paulista ocupa a 10ª colocação no Campeonato Brasileiro. Para a partida em Florianópolis, o técnico Sérgio Baresi não contará com o zagueiro Alex Silva, expulso contra o Grêmio, e com o volante Casemiro, que recebeu o terceiro cartão amarelo.

Fonte: Globo Esporte

Ceni ‘vinga’ pênalti perdido, leva frango e é superado por ex-colega

André Lima, que teve passagem apagada pelo São Paulo, faz dois gols. Goleiro são-paulino marca de pênalti, mas falha

Rogério Ceni levou a melhor no duelo olho no olho com Victor. Victor viu André Lima superar o goleiro do São Paulo. O goleiro do São Paulo viu seu time reagir e empatar o jogo. E o jogo viu o placar novamente mexido, com gol de quem mais faz gols, com gol de Jonas, o artilheiro do Campeonato Brasileiro. E com um frango, justamente de Ceni, o mesmo que havia marcado antes. Foi um clássico de idas e vindas no Olímpico. Na vitória de 4 a 2 do Grêmio sobre o São Paulo, na noite desta quarta-feira, o destaque foi o centroavante do time gaúcho, ex-jogador e agora algoz do São Paulo.

André Lima teve passagem discreta pelo Morumbi. Retornou da Alemanha com a fama dos gols colecionados nos tempos de Botafogo. Mas pouco jogou. E acabou rumando para o Fluminense, de onde migraria para o Grêmio. Ainda se habituando à condição de titular, o camisa 9 colocou o time tricolor na frente no primeiro tempo. E duas vezes. Primeiro, aproveitou cruzamento de Lúcio, cabeceio de Paulão e desvio de Jonas para completar; depois, encaixou a cabeça na bola em cruzamento de Edílson.

No primeiro turno, contra o Grêmio, Rogério Ceni teve um pênalti para cobrar. No duelo entre ele e Victor, deu travessão. O goleiro do São Paulo desperdiçou aquela chance, mas teve a oportunidade de redenção nesta quarta-feira. E marcou. Foi o 91º gol do histórico capitão são-paulino. Ceni foi a campo com 930 jogos pelo clube paulista, mais do que o somatório de todos os demais titulares da partida no Olímpico. É um mito. Mas mitos também falham.

O São Paulo empatou o jogo em belo gol de Marlos, de fora da área. E aí pintou outro pênalti, desta vez para o Grêmio. Jonas bateu e fez. Ceni não teve culpa. Culpa mesmo ele teria pouco depois, quando Lúcio (outro ex-são-paulino de muito boa atuação) mandou o chute de fora da área. Ceni ajeitou o corpo para a defesa, mas a bola bateu no peito dele e voltou certinha para Diego, estreante, marcar: 4 a 2 para o Grêmio.

Rogério Ceni, 37 anos, com gol e frango, se aproxima dos mil jogos pelo São Paulo. Bruno Uvini, 18, é o extremo oposto. Quando o clube paulista já perdia o jogo por 4 a 2, ele foi a campo pela primeira vez com a camisa tricolor. Não teve muito a fazer.

Fonte: Globo Esporte

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Richarlyson quer Libertadores para renovar e "buscar" Ceni

Com as alterações, Richarlyson volta a atuar no meio de campo, sua posição de origem . Foto: Fernando Pilatos/ Vipcomm/Divulgação

Richarlyson quer disputar outra Libertadores pelo São Paulo
Foto: Fernando Pilatos/ Vipcomm/Divulgação


Um dos jogadores com mais tempo de clube no São Paulo, o volante Richarlyson está próximo do fim de seu contrato. Porém, depois de cinco anos no Morumbi, o meio-campista não adota o discurso de que chegou o momento de mudar de ares. Pelo contrário. O atleta espera alcançar a vaga na próxima Copa Libertadores da América para ter ainda mais chances de renovar seu vínculo com o time no fim do ano.

"Claro que a conquista da vaga aumentaria a empolgação da diretoria em montar um elenco forte para o título no ano que vem. Se não conseguirmos o objetivo maior de ir para a Libertadores, vai depender muito do que eu fizer em campo. O lado individual vai contar muito. Se não classificarmos, podem pensar em novo ciclo e descartar minha renovação. Mas muita coisa pode acontecer até o fim do ano", afirmou.

Durante seu período no time tricolor, Richarlyson despertou o interesse de diversos clubes do exterior, mas o objetivo do jogador é permanecer no Morumbi e até brinca sobre alcançar o recorde do goleiro Rogério Ceni, que completou 20 anos de serviços prestados ao tricampeão mundial.

"Ficaria muito feliz em renovar, porque me sinto em casa. Posso brincar em tentar buscar o Rogério, porque uma renovação seria de, no mínimo, três anos. Com isso, eu iria para quase nove no clube. Mas penso no hoje, que é o jogo contra o Grêmio. Queremos retomar o ritmo para deixar a coisa sadia para a diretoria pensar no que é melhor para grupo", acrescentou.

Richarlyson chegou ao time tricolor em meados de 2005. Do atual elenco, apenas Rogério Ceni já estava no grupo profissional do clube paulistano naquela época, enquanto Bosco acertou com o São Paulo pouco tempo depois. Apesar do longo período no Morumbi, o volante diz que não perde a motivação e até se irrita com a possibilidade de algum atleta se desconcentrar.

"É difícil chegar e comentar se algum jogador não tem empolgação de alcançar o G-3. A maioria que está no grupo permanecerá para a próxima temporada e ficar fora da Libertadores não é o que o São Paulo almeja. Não sei qual será meu futuro, mas ainda penso nesta classificação, mesmo dizendo para os torcedores terem paciência. Enquanto houver possibilidade, esta sintonia vai existir. Se algum jogador não quiser, pode entrar de férias antecipadas", finalizou.

Fonte: Terra

sábado, 25 de setembro de 2010

Rocky são-paulino, Alex Silva declara amor ao clube e mira Lugano e Ceni

Arte UOL

Cortes e inchaços no rosto renderam comparações do beque com Rocky Balboa

Cicatrizes é o que não faltam a Alex Silva. Neste seu retorno ao São Paulo, o beque de 25 anos já teve um corte no supercílio, que lhe rendeu 20 pontos, e passou por uma mini-cirurgia no joelho. Na semana passada, um novo incidente provocou um hematoma no olho.

Sempre quebrado, o zagueiro diz que já ganhou os apelidos de Rocky Balboa e monstro de torcedores. “Eu gosto deste rótulo de monstro, porque faz com que os adversários me respeitem. Mostra o meu espírito de luta. Fico feliz, me sinto bem e até me comparam com o Lugano”, declarou, em entrevista exclusiva ao UOL Esporte, na véspera do duelo deste sábado com o Goiás.

Além de considerar o uruguaio Lugano como exemplo de raça e tê-lo como modelo, Alex Silva revela o seu amor pelo São Paulo. Cita a história de Rogério Ceni, prestes a completar mil partidas pela equipe tricolor, e afirma que gostaria de repetir a trajetória do goleiro.

Confira o bate-papo com o camisa 3:

UOL Esporte – Como é essa sua relação com o São Paulo, já que a torcida o considera um ídolo?
Alex Silva –
Hoje sou torcedor, sou são-paulino, por isso entro em campo alucinado, porque sou apaixonado pelo São Paulo. Gostaria de seguir os passos do Rogério, ficar muito tempo aqui e fazer história.

Esse ano tem sido lesão atrás de lesão...
Alex Silva –
(risos) Brinco com os meus companheiros que até o fim da minha carreira vou me desfazer. Já foram três cirurgias no joelho, levei 25 pontos no rosto.

Sempre fui guerreiro. Contra o Guarani [em maio] levei 20 pontos. Foi um lance cabeça a cabeça, sem querer. Eu até queria voltar contra o Goiás [três dias depois], mas não deu certo. No jogo seguinte, contra o Grêmio, arranquei o curativo durante a partida. Agora teve esse lance contra o Palmeiras. Na hora achei que tinha sido sem querer, mas depois vi pela TV que não havia necessidade de o Tadeu jogar o braço para trás. Mas depois ele pediu desculpas e está tudo bem.

Você acha que esse seu estilo contagia os demais jogadores?
Alex Silva – Contagia. O companheiro ao lado vê o quanto você está se dedicando. Da mesma forma que aconteceu sábado passado, quando o Rodrigo Souto e o Miranda tiverem um choque e cortaram a cabeça, nada que impedisse eles de irem para o clássico contra o Palmeiras no domingo.

O seu empréstimo vai até o meio do ano que vem? Você já sabe se volta para a Alemanha?
Alex Silva –
Meu objetivo é ficar aqui. Já falei para o presidente do São Paulo e para o Milton Cruz, mas depende da vontade do Hamburgo. Quero voltar para a seleção e disputar a Copa. Tenho medo de voltar para lá, ser reserva e perder essa vitrine que tenho aqui, onde meu trabalho é valorizado.

Você ficou mais de um mês parado. O fato de existir um prazo definido para você jogar pelo São Paulo te deixa mais angustiado quando fica de fora?
Alex Silva –
Cada mês que passa, fico triste. A alegria que sinto aqui é diferente da que tenho na Alemanha. Aqui é a minha segunda casa. É a primeira casa até, porque passo mais tempo concentrado do que com a minha família. Adoro o pessoal aqui, os jogadores, diretores, a comissão técnica.

Não houve adaptação na sua passagem pela Alemanha?
Alex Silva –
É, não me adaptei dentro e fora de campo. Fiquei sozinho lá, não tinha brasileiro no meu time. Depois chegaram o Thiago Neves e o Zé Roberto. Estou com um filho pequeno agora, tem a questão do frio. E o futebol é diferente também. Gosto de um estilo mais cadenciado. Acho que só a Espanha e um pouco da Itália são comparáveis ao Brasil. No Hamburgo cheguei a jogar de volante até.

Ano passado seu nome foi especulado no Corinthians. Com essa identificação criada no São Paulo, você defenderia um rival?
Alex Silva –
Acho difícil. Pela história que construí aqui, seria muito difícil. Apagaria esse amor que tenho pelo clube e o respeito da torcida.

O Corinthians nunca me procurou. Recebi proposta do Flamengo, mas quando eu quis voltar deixei claro que a prioridade seria o São Paulo. Fiquei feliz com o interesse do Flamengo, mas aí o São Paulo me procurou também, o Milton Cruz me ligou, e fiquei muito contente.

Fonte: UOL

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Rogério Ceni dá susto em treino

O São Paulo não terá Fernandão contra o Goiás, neste sábado, no Morumbi.

O atacante, que deixou o jogo contra o Guarani reclamando de dores na panturrilha esquerda, nem participou do tradicional rachão de véspera de partidas.

Fernandão havia sido submetido a uma ressonância magnética, que apontou apenas um edema na região. Ele seria reavaliado hoje para saber se teria condições de entrar em campo.

"Ele está fora deste jogo. A gente esperava que ele teria condições de treinar hoje. Mas ainda está com dor e, por isso, está fora", disse o técnico Sérgio Baresi.

Com a ausência do centroavante, Ricardo Oliveira, autor do segundo gol da vitória por 2 a 1 sobre o Guarani, deve ganhar uma chance entre os titulares.

Além de Fernandão, o Baresi terá outros dois desfalques amanhã: o zagueiro Miranda e o polivalente Richarlyson cumprem suspensão pelo acúmulo de cartões amarelos.

Samuel e Xandão disputam a vaga aberta na defesa, enquanto Carleto e Diogo são as opções mais prováveis para a lateral esquerda.

O susto do treino foi dado por Rogério Ceni. O goleiro levou uma entrada de Miranda no trabalho recreativo, fez cara de dor e ficou apontando para o pé esquerdo.

Mas, depois, começou a cobrar faltas e participou normalmente dos últimos momentos do treino.

Rafael Reis, Folha

Fonte: Sempre Tricolor

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ceni: 'Temos de nos preocupar em vencer'

Goleiro do São Paulo também reclama da arbitragem no Morumbi

Na saída do gramado do Morumbi após a vitória são-paulina sobre o Guarani, o goleiro Rogério Ceni foi mais um a comentar a decisão da Conmebol que retirou uma vaga dos clubes brasileiros para a Copa Libertadores de 2011.

- A distância para o terceiro colocado aumentou. O Fluminense joga com o Atlético em Minas, então é torcer para os outros perderem pontos e a gente continuar vencendo. A diferença é grande, mas temos de nos preocupar em vencer apenas. Depois, no futuro, veremos - disse o capitão do Tricolor.

Rogério também mostrou-se indignado com a atuação do árbitro Marcelo Aparecido de Souza. Que, na primeira etapa, dificultou muito a situação do São Paulo na partida, marcando um pênalti duvidoso para o Guarani, fazendo com que o jogo fosse para o intervalo empatado.

- A diferença de critério da arbitragem é notória e absurda. Não sei qual a intenção de dar faltinhas pequenas contra nós e nada a favor. Se fosse pênalti era pênalti e acabou - concluiu Rogério.

Fonte: Lance!

Vitória mantém tabu pessoal de Rogério Ceni

Há 20 anos no São Paulo, goleiro jamais perdeu para o Guarani - 16 vitórias e sete empates

A vitória sobre o Guarani por 2 a 1, na última quarta-feira à noite, no Morumbi, manteve um tabu individual do goleiro Rogério Ceni. Há 20 anos no São Paulo, o camisa 1 jamais perdeu para o time de Campinas. Em 23 partidas, ele ostenta 15 vitórias e oito empates.

O primeiro duelo contra o Guarani aconteceu em 1994. Em amistoso realizado no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, o São Paulo venceu por 2 a 1, com gols de Junior Baiano e André Luiz. Além de invicto, Rogério Ceni já marcou duas vezes contra o Guarani.

Ambos os gols foram marcados em cobranças de falta. Na vitória por 3 a 2, no Brinco de Ouro, ele fez um. O jogo foi válido pelo Campeonato Paulista de 2000. O mesmo placar, local e o gol foram repetidos dois anos depois, em 2002, pelo Torneio Rio-São Paulo.

Com a vitória da última quarta-feira, o São Paulo chegou a 34 pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O Tricolor ainda está um pouco distante da zona de classificação para a Copa Libertadores de 2011, mas Rogério não perde as esperanças na vaga.

"Temos de nos preocupar em vencer. Nosso time está conseguindo as vitórias. Para fazer conta na tabela precisamos vencer os nossos compromissos", explicou o capitão tricolor.

Fonte: Site Oficial do São Paulo FC

Ceni fala em perseguição dos juízes: 'O que fizemos para merecer isso?'

Miranda diz que começa a desconfiar de que algo externo esteja influenciando os juizes contra o Tricolor

Apesar da vitória por 2 a 1 do São Paulo sobre o Guarani, o capitão Rogério Ceni deixou o gramado do Morumbi revoltado com a arbitragem de Marcelo Aparecido de Souza. Segundo ele, o juiz inverteu muitas faltas no primeiro, além de ter um marcado um pênalti inexistente a favor do time campineiro (assista o lance no vídeo ao lado).

- Ninguém respeita mais o São Paulo. Como um cara vem dentro do Morumbi e faz o que ele fez? No primeiro tempo, ele deu várias faltas para o Guarani e, em lances iguais a nosso favor, não marcou nada. Na hora do pênalti, falei que não poderia opinar. Mas, quando cheguei no vestiário, vi por todos os ângulo possíveis e não vi absolutamente nada. Ninguém puxou o jogador do Guarani. Em 23 jogos, tivemos um pênalti a favor e cinco, seis contra. Por que essa perseguição? O que será que fizemos de tão grave para merecer isso? – esbravejou o camisa 1 do time do Morumbi.

O zagueiro Miranda, envolvido no pênalti polêmico sobre Baiano, disse que começa a achar que fatores externos possam estar envolvidos.

- Todo um trabalho é prejudicado. A partir do momento em que o juiz dá um pênalti desse, você começa a imaginar que existem outra coisas. O próprio jogador do Guarani diz que não foi nada, e eu ainda levei o terceiro cartão amarelo – lamentou o camisa 5.

O superintendente de futebol do Tricolor, Marco Aurélio Cunha, também estava revoltado.

- É o terceiro pênalti que dão do Miranda do mesmo jeito. E por que ninguém marca quando é com o Fernandão no nosso ataque. Esse juiz é o mesmo que inventou um pênalti do Cicinho no último minuto do clássico contra o Palmeiras. Só que o Rogério defendeu. Alguém precisa tomar uma providência – concluiu o dirigente.

Fonte: Globo Esporte

Rogério Ceni, sobre Dorival Júnior: 'É um grande técnico'

Goleiro prefere não comentar sobre a possibilidade do ex-comandante do Santos assumir o São Paulo, mas elogia o treinador

Famoso por exercer grande liderança dentro do São Paulo, Rogério Ceni achou melhor não comentar a possibilidade de Dorival Júnior assumir o comando técnico da equipe. Segundo o goleiro, essa decisão cabe somente aos diretores do clube.

- Quem sou para achar que está na hora de mudar? O Dorival é um grande técnico, mas gosto muito do Sérgio (Baresi). A diretoria vai resolver. Tem que ter respeito pelas pessoas que trabalham. Principalmente com dois caras de grande caráter, como o Dorival e o Baresi - declarou o capitão tricolor, ainda no gramado do Morumbi, após a vitória por 2 a 1 sobre o Guarani.

Sobre a arrancada do São Paulo no Campeonato Brasileiro, Rogério Ceni lamentou a decisão da Conmebol de tirar uma vaga dos times brasileiros, mas ressaltou ainda acreditar na ascensão do tricolor.

- Ainda estamos longe e a distância aumentou ainda mais com a decisão da Conmebol. Estamos a dez pontos do Cruzeiro, mas vamos tentar buscar.

O São Paulo volta a jogar no sábado, quando recebe o Goiás no Morumbi, às 18h30.

Fonte: Globo Esporte

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sonho em fazer história como Ceni, diz futuro do gol são-paulino

Denis e Bosco mostram camisa retrô em homenagem à conquista da Libertadores em 1992 e 1993. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Denis e Bosco participam de evento no estádio são-paulino

Rogério Ceni já está com 37 anos de idade e deve encerrar a carreira em breve. Bosco, seu reserva imediato, está com 35 e deve ser o próximo a parar. Mas se engana quem pensa que o gol são-paulino ficará abandonado quando os dois pendurarem as chuteiras. Se depender de Denis, 23 anos, a meta tricolor estará segura por muito tempo. "Sonho em fazer história como o Rogério", disse o goleiro, em entrevista exclusiva ao Terra.

Durante evento realizado na manhã da última segunda-feira, o jovem jogador destacou a importância de Ceni para o São Paulo, mas ressaltou que pretende fazer uma trajetória semelhante no Morumbi.

"Sonho em fazer história como ele e em fazer tudo o que ele fez aqui, ou seja, ter uma passagem bonita nesse clube. Todos querem isso e almejam para a carreira", disse o jogador, que frisou: "não sou o novo Rogério".

"Eu sou jovem e gostaria de escrever minha história no São Paulo e de dar muitas alegrias para essa torcida maravilhosa. Mas o que o Rogério Ceni fez aqui, ninguém vai fazer. Ele é um ícone. Meu objetivo é construir meu caminho nesse clube e buscar meu espaço". acrescentou o atleta.

Revelado pela Ponte Preta, Denis chegou ao time tricolor no ano passado e conquistou a exigente torcida são-paulina nas vezes que entrou em campo.

"Seria muito especial poder virar um ídolo aqui. É muito difícil acontecer isso hoje em dia, de um jogador ficar tanto tempo em uma equipe, como é o caso do Rogério. Realizar isso seria um sonho", completou o camisa 33. Denis possui a mesma altura do principal ídolo são-paulino, 1,88m, pesa 86kg - um a mais que Ceni - e é natural de Jaú, interior paulista.

Bosco, reserva de Ceni há cinco anos e com quase 36 anos de idade, concorda com o discurso de Denis e diz que Rogério será eternamente inigualável para o clube tricolor. "Nunca ninguém vai ser como o Rogério Ceni. Ele é único, é um líder, é um ídolo. Todos os goleiros depois dele serão medianos. É o maior jogador da história do São Paulo", disse.

"Ninguém jamais vai fazer o que ele fez aqui. Outros podem fazer história, mas ninguém vai igualar o que ele fez nesse clube. O Denis tem tudo para construir seu caminho aqui, mas ninguém será como o Rogério e ninguém vai conseguir fazer metade do que ele fez", acrescentou. Se, após a aposentadoria de Ceni, Denis será ou não um substituto à altura, só o tempo irá dizer.

Fonte: Terra